Palco de Ideias

Sobre a ideia, Platão já dizia: a ideia da coisa é uma projeção do saber: ao verem a coisa, os olhos, emitindo raios de luz, projetam a imagem dessa mesma coisa, que existe em nós como princípio universal. Para Aristóteles, as coisas emitem cópias de si próprias, através da luz, cópias assimiladas pelos sentidos e interpretadas pelo saber inato ou adquirido. Para este blog, ideia é qualquer coisa interessante o suficiente para merecer algumas linhas…

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10 estratégias de manipulação midiática

* Por Noam Chomsky, linguista estadunidense  

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

Abaixo o vídeo Manual Prático de Manipulação da Mídia. Interessante e boa contribuição pra essa discussão. Assista!

Fontes: Instituto João Goulart - publicado em 21/05/2010; e Oficina de Comunicação do Projeto Diálogos Sociais, Cultura e Democracia da Faculdade de Filosofia de Jacarezinho – PR – UENP. 

Pesquise a sua vocação sr. João Manoel Cardoso de Mello!

Hoje os RP´s estão de boca aberta com o infeliz comentário do professor (?) João Manoel Cardoso de Mello sobre o que ele considera “profissões de segunda linha”: Relações Públicas, Hotelaria e Turismo. O que preocupa é que o sujeito tem um currículo e tanto, segundo comentou meu querido e (esse sim!) nobre professor Luiz Alberto de Farias no site da ABRP.

Preocupa mais ainda o fato de que o atestado de “profissão de segunda linha” foi dado em uma entrevista que tem como público alvo os vestibulandos do fim do ano. Será que o fundador da Facamp e Unicamp consegue avaliar o tamanho da besteira que ele fez? Será que uma pessoa com capacidade suficiente para fundar e administrar duas instituições de ensino superior não tem capacidade de administrar o que diz, pra quem diz e como diz?

Vamos torcer pra que os vestibulandos que tiveram a infelicidade de ler tamanha.. [sic] … tenham um senso de futuro, de oportunidade e de mercado bem diferentes do que demonstrou o professor de Campinas.

É professor Luiz Alberto, foi mesmo lamentável ler essa entrevista e ver que alguém que deveria orientar está muito mais desorientado que os pobres vestibulandos e suas aflitas decisões. RP, Turismo e Hotelaria são algumas das profissões com maior margem de crescimento no Brasil e muito valorizadas em diversos países do mundo. Por mais óbvio que pareça, parece que tem gente que ainda não aprendeu que quando não se sabe o que dizer, é melhor não dizer nada.

Use e abuse dessa estratégia

Dia 8 de outubro – Dia da Comunicação Empresarial

É verdade que existe o “Dia de” pra tudo e pra todos – dia do carteiro, do açougueiro, da avó, do médico, do jornalista, do ator, do Brasil, do santo… E que bom que existe o Dia da Comunicação Empresarial também! Vou então aproveitar e comentar um pouco sobre esse nicho da comunicação.


A comunicação é tão diversa e tão encantadora que está sempre se reinventando, se superando e inovando as suas formas de existir. Já passamos pela moda do jornalismo, da publicidade, do marketing e agora o que anda atraindo os holofotes é a Comunicação Empresarial, ou Comunicação Organizacional ou Relações Públicas.

Mas estar na moda não é perigoso? Sim, porque logo vem outro modismo e o que estava no auge cai no esquecimento. Mas, nem sempre é assim. ‘Estar na moda’ em comunicação significa muito mais que isso.

‘Estar na moda’ é estar em pauta, estar nas discussões, nos planejamentos, nas mesas de reunião, nos orçamentos. No foco. E quando a comunicação está no foco é sinal de que vem novidade e crescimento por aí.

Cabe agora aos profissionais de Comunicação Empresarial aproveitar essa abertura que as grandes, médias e até pequenas empresas vêm dando a esse processo. É hora de mostrar que a comunicação não só contribui para implantação das estratégias das organizações, como ela por si só é uma das principais estratégias para o crescimento.

O papel da comunicação empresarial não apenas motivar e comunicar. Isso é subestimar o poder que a comunicação tem sobre qualquer processo que envolva gente, pessoas, seres humanos, relações interpessoais.

Tudo é comunicação, disse o professor Paulo Nassar em seu livro homônimo. Mas ele alerta: “Em um ambiente cínico, a comunicação empresarial é um motor sem combustível”.

A Comunicação Empresarial pode, muitas vezes, guiar os passos da organização. Diagnosticar ruídos, evitar dispersões, planejar ações, informar inovações, captar o feedback dos stakeholders, produzir meios e mensagens. Comunicar é viver. E uma organização que não se comunica de forma eficiente dificilmente sobrevive nessa era da diversidade de formas e conteúdos.

Parabéns aos profissionais da Comunicação Empresarial. Parabéns também a todas as organizações que já têm consciência da importância de ter a comunicação como uma aliada estratégica.

Quem se comunica, multiplica. Como diria Darwin, é a seleção natural das empresas.

Assista aqui ao vídeo O poder da comunicação.

O melhor e o pior dos 60 anos de TV brasileira

Hoje – dia 15 de setembro de 2010 – a televisão brasileira completa 60 anos de história.

O início - Em 1950, Assis Chateubriand, fundador e jornalista responsável pela inicialização da TV no Brasil, adquiriu 20 aparelhos receptores nos EUA e espalhou pela cidade de São Paulo, inaugurando a primeira emissora de televisão do país: a TV Tupi. Exatamente 60 anos depois, há mais de 60 milhões de televisores espalhados por todo o Brasil. Há muito sucesso para ser festejado. (Fonte: www.planetatv.com.br)

Sim, há muito o que comemorar… Mas há muito do que se envergonhar também. Como esse é um debate longo, de uma análise sem fim e bastante pessoal, achei interessante fazer duas listas:

Top 5 – Orgulho

1 – Documentários, jornalismo e programas do canal Globo News

2 – Os intervalos com os vídeos da publicidade brasileira, uma das mais premiadas do mundo

3 – Os programas de viagens interessantes que se multiplicam nos canais da TV a Cabo

4 – A liberdade de expressão (…) e o respeito à democracia

5 – Os programas de variedades de canais como o GNT

Top 5 – Prefiro não comentar

1 – Programa da Luciana Gimenez, a Luciana Gimenez e afins

2 – Os plágios descarados de diversos programas internacionais de sucesso e conhecidos em suas versões originais (Cadê a famosa criatividade do povo brasileiro?)

3 – Programa Domingo Legal, Gugu, Faustão e afins (ainda existe isso?)

4 – Programas como o CQC se autodenominarem “jornalísticos” (Isso é o jornalismo do Brasil?!)

5 – Os requisitos quase indispensáveis e preenchidos pela grande maioria das figuras da nossa TV: não frequentar a escola, não ter nada a acrescentar à educação ou conhecimento de ninguém, ter o quadril maior que 100 cm, rebolar constrangedoramente só de calcinha em programas de auditório, assassinar a língua portuguesa e se prestar a qualquer vexame, sem o menor senso de dignidade.

Navegando pela web achei o seguinte comentário sobre um programa especial sobre o aniversário:

Entre os cinco momentos mais marcantes desses 60 anos que serão mostrados nos dois episódios estão a primeira vez que o homem pisou na Lua, em julho de 1969; a Guerra do Vietnã, primeira guerra televisionada; a Copa de 1970 no México, em que o Brasil foi campeão e 1º mundial de futebol transmitido em cores na televisão brasileira; a novela Roque Santeiro, uma das novelas de maior audiência na TV brasileira e os atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, transmitidos ao vivo por TVs nacionais e internacionais e que chocaram o mundo todo.

O único fato brasileiro que entra na lista é a novela Roque Santeiro. Ahn???? Esse é o único motivo de comemoração da TV brasileira em 60 anos de história???

É… Até que a minha lista não foi tão desanimadora assim! Só espero ter mais do que a estreia de uma novela e a transmissão de uma copa do mundo de futebol pra comemorar nos próximos 60 anos.

Diploma? Pra quê?

Ontem em uma reunião de trabalho ouvi o seguinte comentário:

- Tive que dispensar a última jornalista da empresa porque, além de escrever coisas do tipo “felismente (isso mesmo, com S)”, os textos dela não tinham nenhuma amarração ou coerência de idéias.

Depois de dormir com essa “vergonha alheia” entalada na garganta, hoje cedo abro o site de notícias do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo e vejo uma série de notas sobre a inexplicável luta para exigir diploma superior aos profissionais da comunicação, mais especificamente, os jornalistas.

Como é que o governo de um país que luta pra diminuir as taxas de analfabetismo e pra qualificar a mão de obra da sua população pode simplesmente extinguir a obrigatoriedade do diploma de qualquer profissão que seja? O caminho não é o inverso? A educação não é a bandeira do Lula? Da Dilma? De todos os que chegam e dos que tentam chegar ao poder?

Será isso um reflexo de ter no poder um presidente que sequer terminou o primeiro grau? E não faz diferença se é o Lula ou o João, estou falando da figura máxima do país que governa pra 160 milhões de brasileiros.

Brasileiro tem mania de aplaudir aqueles que, sem estudo, chegam ao sucesso com muito trabalho, cursando a ‘escola da vida’. E isso até soa um tanto poético, mas não é em poesia nem ditados populares que se baseia uma administração.

Estamos deixando de ser um país de analfabetos para nos tornar um país de analfabetos funcionais. Um país com trabalhadores incompetentes, que são desestimulados a estudar, se atualizar, aprender. Existe aquela velha máxima que diz “é mais fácil governar um povo burro que um povo pensante”. E começo a crer que é isso que acontece em nosso país.

Quantas vidas já vimos destroçadas nos jornais e nas TVs com denúncias, notícias bombásticas que depois foram desmentidas ou arquivadas por falta de provas? Quantos médicos, advogados, comerciantes escrevem artigos e notícias para jornal sem sequer terem assistido uma única aula sobre ética na comunicação, construção de texto e afins?

É esse o caminho pro Brasil crescer? É esse o caminho da imprensa no país? Infelizmente, eu acho que é sim: a deseducação e o ‘emburrecimento’ da nação. É por isso que há seis anos desisti dessa profissão pela qual sempre fui tão apaixonada e mergulhei em outra paixão: as Relações Públicas! E viva o diploma e os profissionais qualificados!

Show de horror nas eleições

Hoje uma das notícias mais festejadas nos jornais foi o anúncio de que o Brasil está no 3º lugar no ranking da ONU sobre os principais destinos dos investidores internacionais até 2012. É realmente um passo e tanto se considerarmos que estamos imediatamente à frente dos Estados Unidos e Europa.

Tudo bem que eles estão em crise já faz um bom tempo, mas até isso é sinal de que vamos muito bem obrigada! Uma economia que passa praticamente ilesa por uma crise econômica mundial considerável tem mesmo muito o que comemorar.

E essa não foi a única boa notícia pras nossas finanças. Hoje a bolsa de valores do Brasil fechou em alta, o dólar em baixa, etc, etc, etc. E tudo segue assim, calmo, estável e previsivelmente otimista. Coisa que a geração anterior à minha não deve ter imaginado presenciar em nosso país.

Mas, nem tudo são flores. Estamos no meio do caminho para as eleições de outubro e o que se assiste na TV e nas ruas é um show de horror! Uma das maiores conquistas de uma comunidade é poder participar ativamente da escolha dos seus líderes, depositando nas pessoas que julgam mais competentes a confiança no trabalho, na construção de um futuro melhor.

Porém, infelizmente o que a gente percebe é que, pouco tempo depois do brasileiro conquistar esse direito, não existe ainda a noção da seriedade do voto, de dever como cidadão e de que isso é o que nós, simples mortais, podemos fazer para ajudar nosso país.

Quem você acha que é mais culpado? O Tiririca, que se candidatou a um cargo que ele sequer sabe a função e se presta ao ridículo e lamentável papel diário na TV, ou aquele que vai votar nele no dia da eleição? O candidato ou o eleitor? O cara de pau/corrupto, o ignorante/corruptível ou ainda aquele que joga, conscientemente, seu voto no lixo?

É tão triste pensar que o peso do voto de todos nós é o mesmo. Eu não acho que o voto de uma pessoa que vota consciente, com respeito ao país e ao próprio futuro deveria ter o mesmo peso do voto daquele que nem sabe quem são os candidatos à presidência. O peso dos votos deveria ser proporcional ao grau de conhecimento sobre cada candidato, a política de cada um, as propostas. Talvez seja uma boa saída: fazer uma prova antes de votar, pra identificar quem está apto ou não!

Só que prova lembra educação e aí a gente se toca de que a educação no nosso país é das piores do mundo. Também se toca de que os subornos e as “trocas de favores” pra passar na prova só aumentaria o índice de corrupção do Brasil. E aí surge uma lista imensa de “coisas pra ter vergonha do Brasil”.

Mas, no final das contas, o que a gente se toca é que o nosso país é tão bom, tão promissor, que mesmo que a “Desordem e o Regresso” ainda imperem por aqui, estamos caminhando pra frente – e não mais pra trás.

Agora o que a gente pode fazer é aumentar as passadas, caminhar mais firme, sem passar por cima dos buracos. E isso só pode ser feito de um jeito: tratando as eleições do país com a seriedade que merecem. Vamos votar com dignidade! Vamos eleger quem a gente realmente acha que vai continuar construindo uma trajetória de progresso. Não importa quem seja o seu candidato, se você votar em propostas e ideias nas quais acredita, você merece uma salva de palmas e governantes que te proporcionem sucesso e prosperidade! Boa sorte a todos nós!

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