Fim da obrigatoriedade do diploma para os jornalistas, morte do rei do pop, crise econômica, gripe suína, o cotidiano de uma das maiores megalópoles do mundo, o casamento, a proximidade dos 30, a busca pela qualidade de vida e um envelhecimento saudável, o tempo, a falta de tempo, as certezas, as dúvidas…
São tantos os diálogos internos, sobre tantos assuntos, que ficou impossível não extravasar tudo isso. Antigamente – e nem tão antigamente assim – diria que chegou a hora de colocar todos esses pensamentos no papel. Mas, na era digital, do estilo de vida ‘sustentável’ e da globalização de economias e de ideias, é aqui mesmo que tudo isso vem parar: num blog.
Hoje, um dia depois da morte de Michael Jackson, é um momento interessante pra começar esse registro. Ouvindo e lendo as intermináveis reportagens sobre ele, aparecem algumas perguntas: o que é a felicidade? Onde ela está? Do que precisamos pra ter uma vida plena?
Depois de Elvis e Beatles, pra mim, vem Michael. E olha que estou longe de ser fã dele, acho até que, ao contrário, tenho dó. Mas, é inegável que ele é referência, revolucionou a música, os videoclipes, a cena pop e já era mito mesmo enquanto vivo (a maioria dos artistas só vira mito depois de ter partido pra outra dimensão).
Sucesso, dinheiro, fama, riqueza, oportunidades… e tristeza! Nem mesmo a grandiosidade da Terra do Nunca é capaz de superar a beleza e verdade dos pequenos detalhes da vida.. Acho que é aí mesmo, nessas pequenas coisas do dia a dia, que mora a felicidade. Para encontrá-la, só olhando lá pra dentro, dentro de nós mesmos…